terça-feira, 29 de agosto de 2017

Inacreditáveis coincidências

 7 coincidências Inacreditáveis


1. Os gêmeos separados que tiveram uma vida quase idêntica - 


Dois gêmeos nasceram em Ohio, nos EUA, mas foram separados pouco após o nascimento. Em suas famílias adotivas, ambos receberam o nome de James. Os dois se tornaram policiais. E os dois se casaram com mulheres chamadas Linda. Achou pouco? Saiba que cada um teve apenas 1 filho, que se chamam James Allan e James Alan. Ainda não está convencido? Os dois irmãos ...
também tiveram cachorros chamados Toy. E se ainda resta alguma dúvida, saiba que os dois gêmeos se separaram e se casaram novamente com mulheres chamadas Betty. E tudo isso sem nem sequer se conhecerem.

2. Mark Twain previu a própria morte



O escritor de clássicos como “As Aventuras de Huckleberry Finn” e “O Príncipe e o Mendigo” nasceu em 1835, na mesma época do ano em que o cometa Halley passava pela Terra. Esse famoso cometa demora 76 anos para reaparecer em nosso espaço, e Twain comentou, em 1909, que iria morrer na próxima passagem do Halley, no ano seguinte.
“Eu vim com o Halley em 1835. Ele está vindo de novo no ano que vem, e eu espero ir com ele”, disse o escritor. Promessa cumprida: em 1910, quando Halley se tornou visível no espaço, Twain faleceu.

3. Anthony Hopkins e o livro perdido



Em 1974, Anthony Hopkins estrelou o filme “A Garota de Petrovka”. Antes das filmagens, porém, ele procurou o livro original para comprar e não encontrou. Um dia, sentado no metrô, ele encontrou um livro perdido – justamente a obra que ele estava procurando há tempos! Até aí, coincidências da vida... Porém, a coisa ficou sinistra mais tarde, quando Hopkins se encontrou com George Feifer, o autor do livro. Feifer contou que ele própria não tinha nenhuma cópia do seu livro, já que emprestou seu último exemplar para um amigo que o perdeu no metrô!

4. Abraham Lincoln e John F. Kennedy



Os dois dividem mais similaridades do que apenas terem presidido os EUA: ambos morreram em uma sexta-feira com um tiro na cabeça e ambos estavam com a esposa e mais um casal no momento da morte. Além disso, os dois tinham amigos chamados Billy Graham e os dois foram substituídos pelos vice-presidentes chamados Johnson! Cada um deles também teve 4 filhos e ambos tinham secretários com o nome do outro: o de Lincoln se chamava John, e a de Kennedy era a srta. Linconl!

5. Franz Ferdinand e a 1ª Guerra Mundial



O assassinato do arquiduque Franz Ferdinand deu início à Primeira Guerra Mundial. Ferdinand estava dirigindo um carro no momento da morte que tinha a placa A III 118. Curiosamente, a guerra chegou ao fim em 11 de novembro de 1918 – ou 11/11/18, uma outra forma de ler a placa do carro de Ferdinand.

6. Jack, o Estripador



Em 29 de setembro de 1888, Catherine Eddowes foi encontrada bêbada, às 20h30, em uma rua de Londres. Ela foi encaminhada à delegacia, de onde saiu por volta de 1h da manhã, já sóbria, logo após mentir seu nome para a polícia: Mary Kelly. Nessa mesma noite, Catherine foi morta por Jack, o Estripador, que na sequência fez uma vítima chamada... Mary Kelly.

7. A previsão do naufrágio do Titanic



Em 1898, Morgan Robertson escreveu um livro chamado “Futilidade”. Nele, um navio chamado Titan é descrito como inafundável, mas acaba colidindo com um iceberg no Atlântico Norte e afunda. Para piorar, o Titan não tinha botes salva-vidas para todos os passageiros. Achou a história conhecida? Foi exatamente isso que aconteceu com o Titanic 14 anos depois do lançamento do livro. -  
Por Diego Denck



sábado, 26 de agosto de 2017

CRIANÇAS INDIGO


Cuidando do nosso futuro


Artigo da revista PAIS & FILHOS, publicado em março de 2009.

Segundo os espiritualistas, uma nova geração de crianças começou a surgir nas últimas décadas, com a missão de mudar nossos valores. Chamadas de crianças índigo, elas teriam várias características em comum, incluindo uma rebeldia – com causa – nata. Será verdade?


Em 1986, a filósofa e teóloga Nancy Ann Tappe, adepta da metafísica e da cromoterapia, lançou o livro Understanding your life through color (Entenda sua vida por meio da cor). Segundo a teoria apresentada pela pesquisadora, em algumas crianças seria possível identificar uma coloração azul violeta (índigo) na aura, o campo energético ao redor do corpo. Esta cor revelaria um alto grau de consciência espiritual, devido à missão destas pessoas de transformar valores em nossa sociedade. Por este motivo, estas crianças foram chamadas de índigos.

Antes que você pense que isto é papo de maluco, responda sinceramente: você conhece alguma criança que costuma surpreender os outros por seu amadurecimento e fluência verbal, por não aceitar imposições arbitrárias, por desafiar o papel da escola e pela visão espiritualizada da vida? Pois bem: segundo esta teoria, você pode estar diante de um índigo.

Depois de Nancy, vários outros estudiosos e místicos seguiram a onda para entender melhor quem são e como lidar com os índigos, assim como os pesquisadores Lee Carrol e Jan Tober, que lançaram o livro Crianças Índigo, trazido ao Brasil pela Butterfly Editora. Segundo a psicóloga Valdeniza Sire Savino, que em janeiro organizou o 9° Seminário de Educação e Orientação ao Índigo, na livraria Cultura, em São Paulo, há diversos estudos em andamento na Europa e nos Estados Unidos a respeito desta teoria. Para ela, os índigos estão aqui “para nos lembrar daquilo que já sabemos, mas esquecemos”. Em outras palavras, estas crianças possuem outro tipo de comprometimento com a vida: espírito coletivo e integração com a natureza.

Aos seis anos, o estudante Victor Nicolau Sholl, hoje com 15, decidiu virar vegetariano por pena dos animais. Seguiu a dieta durante quatro anos por iniciativa própria, apesar do cardápio variado de sua casa, que incluía carnes. Aos 10, ele decidiu ter uma conversa séria com sua mãe. Achou que precisava “abrir o jogo” em relação ao seu mundo particular, que envolvia um grande amigo imaginário. “Desde pequeno, eu tinha um coelho como amigo imaginário. Um dia, ele me disse que o mundo era comandado por um universo espiritual e que havia uma luta do bem contra o mal. Por este motivo, eu seria um escolhido”, afirma. Ao chegar em casa e ouvir a história, sua mãe levou um susto. “Ele tinha um discurso muito fluente, não era próprio da idade dele”, afirma a bióloga Juliana Freitas Lima, mãe de Victor. “Também me contou que o coelho não era um amigo imaginário, mas sim uma entidade, e que ele tinha a missão de lutar pela preservação do planeta. A conversa inteira foi em tom de revelação espiritual”, lembra Juliana, com olhar intrigado.

Victor nunca mais voltou a falar no assunto. Hoje, afirma que tudo foi fruto de sua própria imaginação e prefere não pensar muito naquele dia. No entanto, pouco depois, uma amiga de Juliana comentou sobre a teoria dos índigos. “Foi então que ouvi falar no assunto e comecei a ler algumas coisas. Acho que há uma identificação com algumas características; ele detesta o modo de ensino convencional, por exemplo. Mas não estou convicta”, diz ela. Victor também desconfia um pouco que seja uma criança índigo. “Tudo o que ouvi falar a respeito possui uma conotação espírita, não gosto disso”, diz Victor. Aliás, apesar da pouca idade, ele já se interessou por várias religiões. “Fiz catecismo, mas não concordei com os textos que li. Deixei de ser cristão com 10 anos, identifiquei-me com o budismo, depois espiritismo, aí virei agnóstico e hoje sou panteísta”, afirma. “Acredito na totalidade das coisas e discordo do modo de vida atual, baseado no dinheiro”.

No geral, Victor possui várias características que o qualificariam como uma criança índigo: é estudioso, autodidata, rebelde, questionador e não gosta de violência. Para o médico Américo Canhoto, homeopata e clínico geral, encontrar crianças e jovens com este perfil é cada vez mais comum. “A maioria é muito articulada”, explica. Por isso, ele se preocupa com o modo com que os pais lidam com os filhos. Segundo o médico, muitos índigos adoecem porque não são compreendidos. “Não podemos esquecer de que são crianças que precisam de orientação. Há pais que abdicam da educação dos filhos para deixá-los com terceiros, ou permitem que o filho desconte suas frustrações na comida, incentivando um regime de confinamento e engorda”, explica.

No entanto, o problema mais grave encontrado entre os índigos, segundo o médico, é o diagnóstico errado por parte dos médicos, visto que muitos sofrem de insônia e agitação. “Vários são tratados como se tivessem TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) e colocados numa camisa de força química, o que pode levar à depressão, em casos extremos”, diz. Segundo os especialistas, os índigos não gostam de se concentrar nas aulas simplesmente porque aprendem rápido, enquanto as crianças com TDAH ou DDA (déficit de atenção) possuem dificuldade de memorização, por isso são dispersas. Esta é
a diferença.
Espírita ou espiritualista?
Uma dúvida constante que envolve o tema se refere à origem do termo. Algumas pessoas afirmam que esse conceito veio dos espíritas, outros dizem que não é ligado a nenhuma religião específica, mas sim com a espiritualidade da Nova Era. Américo Canhoto explica que no livro A Gênese, o escritor francês e fundador da doutrina espírita Allan Kardec usou o termo crianças da Nova Geração para designar o que mais tarde seriam conhecidas como crianças índigos. No entanto, os autores que criaram ou se apropriaram do termo índigo recentemente não são necessariamente espíritas, e sim espiritualistas. “De qualquer forma, não gosto da mistificação em torno do assunto. É muito raro encontrar um livro objetivo sobre o assunto”, afirma Canhoto.

Segundo a teoria difundida por aqui, os índigos se dividem em humanistas, conceituais, artistas e interdimensionais. Os humanistas são sociais, altruístas e dispersivos. Os conceituais são pragmáticos, controladores e reservados. Já os artistas são mais sensíveis, criativos e visionários, enquanto os interdimensionais são serenos, ousados e independentes. Contudo, Canhoto prefere não entrar no mérito das classificações. “Há coisas muito mais sérias para estudarmos: como estimular a evolução dessas crianças, por exemplo. Ou como alimentá-las de forma saudável. Tudo isso é mais importante do que saber a qual tipo elas pertencem”, reflete. “Os pais precisam assumir a responsabilidade de transmitir princípios aos filhos e reforçar o senso de justiça das crianças”.

Independentemente de religiões e classificações, é visível que estamos passando por uma transição de valores: nunca se falou tanto em sustentabilidade, por exemplo. É exatamente por este motivo que as crianças ocupam papel primordial na evolução humana: após os erros e fracassos das gerações passadas, é preciso uma nova consciência para caminharmos em direção ao futuro. “O que importa é que essas crianças irão gerar transformação, e para isso elas não possuem medo”, diz Américo. “Suas mentes não são analógicas como as nossas – elas estão preparadas para uma realidade digital, para outros padrões de aprendizado e relações sociais”.

Se você acha que ter um filho índigo em casa basta para ficar sossegado, saiba que a realidade não é bem assim. Embora inteligentes, os índigos precisam de atenção e cuidados como qualquer pessoa. “Todo potencial pode ser preenchido com valores positivos ou negativos”, afirma Canhoto. “Hoje em dia, a educação dentro de casa é baseada em prêmio e castigo. No entanto, como as crianças não sentem medo, esse método não funciona”. Segundo os especialistas, a amizade entre pais e filhos, o respeito às suas escolhas e atividades saudáveis em conjunto são algumas opções para manter o convívio em paz e contribuir para o crescimento geral.  -
http://starpeoples.blogspot.com.br

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Passagem de Ets pela terra

Ufólogos mostram fotos que seriam
prova da passagem de ETs pela Terra

Imagens seriam de 1947, quando uma nave teria caído em Roswell (EUA).
Para o ufólogo Jaime Maussan, fotos são prova da visita de extraterrestres.
07/05/2015 00h26 - Atualizado em 07/05/2015 00h35 – Jornal  da Globo

Ufólogos, aqueles que acreditam em seres extraterrestres, apresentaram fotos inéditas que, segundo eles, comprovariam a passagem de ETs pela Terra.
As imagens seriam de 1947, quando uma nave alienígena teria caído em Roswell, no sul dos Estados Unidos. As fotos se referem a um episódio que ficou famoso como caso Roswell.






Foram encontradas no sótão da casa do falecido geólogo americano Bernard Ray e apresentadas pela primeira vez, diante de uma platéia de 6 mil pessoas na Cidade do México, para o mundo todo através de transmissão ao vivo pela internet.
Para o ufólogo mexicano Jaime Maussan, que apresenta o programa "Terceiro Milênio" na televisão mexicana, as imagens são prova de visitas de extraterrestres.

Já o americano Richard Dolan, também um ufologo de carteirinha, acha que a análise do corpo da criatura das fotos sugere que não se trata de uma múmia de um humano, mamífero ou de um modelo.
Depois da apresentação, mesmo quem se declara fãs de ETs se confessou decepcionado. Afirmando, no Twitter, que os supostos alienígenas se parecem muito mais as múmias egípcias do Museu Smithsonian.